segunda-feira, junho 20, 2005

20 de Junho de 2005

Estou FARTA dos exames... nem é bem dos exames.. é do pessoal tar td em casa a estudar e bla bla bla não se fazer nada de jeito! vejam lá se combinam masé qualquer coisa e não se esquecem de mim!

Bolas não posso ser eu a fazer tudo!

***Inês***

sexta-feira, junho 17, 2005

Ai que falta de Imaginação

Eu juro que, quando estiver inspirado, escrevo aqui a resposta ao "Introspecção", mas eu bem que me esfoço mas não sai nada... deve ser de ter de repetir Álgebra!

segunda-feira, junho 13, 2005

O Duche

É bom voltar a casa!
Sentir aquele cheiro peculiar
de tantas tardes passadas
a ver tv e espreguiçar.

É bom tomar um duche quente e longo no Inverno,
um outro curto e fresco no Verão.
É giro coçar o cú e depois cheirar,
às vezes um cotãozinho encontrar,
depois coçar o colhão e cheirar,
inalar o odor da virilha a marinar.

É giro cheirar o sovaquinho,
provar o aroma a cavalo,
depois tomar duche e ter
de apanhar os cabelos que entopem o ralo.

É fixe ir tomar duche
e aproveitar pa mijar na banheira.
Faço pontaria aos mosaicos com flôr,
é engraçada essa brincadeira.

Na minha banheira quase sempre,
tenho um balde vermelho (com as batas do meu pai)
com uma asa amarela e pendurada no suporte da banheira
tá uma tolha azul.
Fdx, isto é estranhamente giro,
não me lembro de nada que rime com azul.

quinta-feira, junho 02, 2005

1 de Junho de 2005

Perante o desespero do mundo dos alunos do 1º ano da FEUNL apenas vos tenho a dizer, que acho que passei a álgebra (acho, porque isto nunca se sabe..já nem me lembro bem do que fiz) e por incrivel que pareça, já tenho saudades das minhas emocionantes aulas de álgebra linear!

Pois é! chamem-me tudo mas a verdade, é que eu gosto de Álgebra, é engraçado!

Aulas teóricas do melhor com vectores a passarem à frente do Bárcia e a fazê-lo rir, aulas práticas a rir com o Tigas...

Onde vou eu encontrar outra vez isto?...

Aqui me despeço, com saudades, Inês...

ps: ya já sei que vou apanhar porrada e ser insultada, mas cuidado que eu sou uma menina!

domingo, maio 22, 2005

Back from Berlin

Estou de volta.. a morrer mas estou de volta.. em principio hoje irei para o hospital se não voltar quero que saibam que gosto muito de vós...

Beijos Inês

terça-feira, maio 10, 2005

Introspecção

Não imaginam a minha tremenda alegria enquanto esqueço a dor de cabeça, o miar do Vasquinho e a demonstração de resultados ainda incerta, para teclar um pouquito...
O Boss AC bomba na rádio "...qd alguém transmite paz e amor é boa vibe... boa vibe-vibe-vibe..." e lembra-me de que a vida até nem é tão má assim. Vivemos alturas complicadas, sim, não o vou negar, eu próprio vivo uma agora (tenho a garganta arranhadita, especturação no nariz, o mr Hanky está à portinha) e isto é só fisicamente...
Psicologicamente falando, há q dizer q já tive bem pior. Finalmente encontrei uma base sólida de pessoas com as quais me relacionar na FEUNL. É daquelas cenas q sp m fez falta, mas acreditem ou não, até mesmo na Nova há pessoas decentes (e sniffs também) e tenho a sorte de conhecer uns quantos...
É verdade, este post é pa vocês meus novos peeps e vocês bem merecem.
Não querendo citar nomes, até pq vcs sabem bem quem são e se tiverem dúvidas tão-me a desiludir, vcs são pessoal porreiro, sim, até tu palonço.
Qd decidi finalmente ingressar nessa bela instituição conhecida como FEUNL, pensei: "Fdx, ca merda de sítio, ca merda de pessoas, ca merda q isto vai ser" no entanto lá fui. Ah e tal tem prestígio, qd acabares o curso tens logo emprego e tal e um saudoso "vamos ser colegas de curso e ainda havemos de ser sócios numa empresa" (e dps foste pá católica né meu barbas de merda??) foram suficientes pa me convencer.
Ao princípio foi difícil, a coisa teve complicada, mas a minha fantástica personalidade embólica, espontaneidade e estupidez natural rapidamente encontraram uma correspondência.
Engracei co jotinha desde o início, co jonas e co palonço tb e esses apenas subiram na minha consideração desde então. A MJ é q m pareceu ser uma bela merdola, mas enganei-me.... e d q maneira.
Posso hj dizer sem qq espécie de dúvida, q n estou arrependido da escolha q fiz. Sim, aquilo é bueda feio, os profs são uns cabrões, e aquilo é bem difícil, mas tal cm td o q conheci até hj, a única coisa q realmente determina se algo é sbem ou não, são as pessoas e disso n m posso queixar, muito pelo contrário.
Hj só penso em cm n quero perder estes poucos amigos q já fiz (sim badocha, nós já somos amigos) e começo a ser invadido por aquela malancolia de final de semestre, período ou final de altura no tempo em q reunimos conhecimentos suficientes, ou então não, pa progredir na carreira escolar.
Tenho principalmente pena de o meu projecto de treino do meu pequeno gafanhoto ir ser abruptamente interrompido, pq apesar dos inúmeros progressos e conquistas, ainda há mta coisa q t posso ensinar, e tu a mim, mas logo havias de m fazer a grande desfeita d ir mudar pó outro lado.
Acho q qd s gosta realmente de alguém, devemos ser n um entrave ou barreira ao seu desenvolvimento, mas antes uma plataforma de impulsão para um nível superior de existência, um em q somos mais rápidos, mais experientes, mais capazes, mais espontêneos, no fundo mais sbem com o mundo, os outros e connosco próprios.
Dps deste momento mto Zen, tenho apenas a dizer q gosto mto d vcs, q já ocupam uma partezita do meu coração e q espero continuar a conviver convosco por uns anitos, e q continuem a ajudar-me a melhorar cm pessoa e estudante, tal cm espero q a impressão q eu deixei em vcs (pq s á coisa q eu faço é dar estrilho) seja positiva e um dia, qd forem velhinhos, tapados co cobertor, em frente à vossa lareira, se lembrem do gajo de bochechas vermelhas q andava sempre a pinchar e cantar e sorriam.
Enjoy.

segunda-feira, maio 09, 2005

Segunda-Feira, 9 de Maio de 2005

Céu pouco nublado, temperatura amena..

Um dia lindo de primavera, que podia ter sido melhor se não me tivessem "roubado" as minhas poucas oportunidades de estar com o João!
Estou irritada!
Primeiro foi a Prof. de Cálculo armada em "Carapoa de Corrida", a reclamar não sei com quem, lá se foi a oportunidade de falar.
Depois é o meu dilema moral de deixar trabalhar quem quer.. e quem não quer..
Por fim, como se não bastasse as aulas de informática tinham de calhar as 2 da tarde, e foram todos para a festa da Mangueira, festa na qual, por razões muito óbvias não fui incluída..

À tarde como é por demais evidente não estava lá muito satisfeita..

Para piorar um pouco decidi ir com o Rui ver duns instrumentos para a Tuna.. Vejamos: S. Sebastião até Av da República a pé.. Av da República até João XXI.. João XXI até ao técnico visitar um amigo do Rui que por acaso eu também conheço.. Isto depois de não encontrarmos instrumentos..

Atrasadíssimos para o ensaio, lá fugimos pelo metro do Saldanha até S.Sebastião outra vez..

Fim do ensaio.. Vivam as alergias! Mas afinal que mal fiz eu ao Mundo? Porque é que para além do dia não ter corrido bem.. tar super cansada.. ainda tenho de olhar para um pulso às bolinhas? coçar-me de cima a baixo com a P*** da alergia que não faço a mínima ideia do que seja!?!?!?

Hoje aprendi como se coça o esquerdo! como penso que deve ser de forma análoga para o direito tenho a dizer que hoje aprendi Muitíssimo com o meu mestre!

E como já estou farta de escrever, quero apenas dizer que espero que o dia amanhã seja melhor!

Beijinhos para todos, Inês

domingo, maio 08, 2005

Ora está muito bem...

Finalmente fui convidado para contribuir com mais algumas pérolas literárias neste blog que, (diz-se à boca fechada), é já um dos mais badalados do universo.
A minha vontade até era de escrever aqui qualquer coisa de inteligente, mas como estou cerebralmente incapacitado para tal tarefa, vou estudar Micro que amanhã há teste.
Beijos e abraços a quem de direito!

terça-feira, maio 03, 2005

Já não sou um menino....

Antes de mais, devo dizer que acabei de matar um mosquito bastante chato que se a passeava no meu monitor.

Continuando...Já não um menino nesta coisa dos blogs, apesar de achar que não tenho muito jeito para comentar um post. Como tal, deixo-vos um texto profundamente sensível, virado para um acumular de estupidez abundante:

....upss...fika pa proxima..tn dir tomar banho pa ir pa gala...já volto...daki a umas horas...umas boas horas...(estupidez não falta a este texto!)

sábado, abril 30, 2005

Quimera I

Acordei sobressaltado. Levantei-me da cama, estava a chover. O batuque da chuva da janela acalmou-me. Fui à cozinha, bebi um copo de água. Estava fresca, mas não gelada. Estava no ponto, aquele fresco memo sbem que te acalma e refresca, mas não aflige. Voltei para a cama...
Como não estava a conseguir dormir, decidi cantar umas músicas para mim mesmo, quando, de repente, estando eu a cantar o "Doidas andam as galinhas..." oiço um barulho vindo da varanda, um ruído metálico, como se alguém estivesse a forçar a janela...
Levantei-me, abri a janela e senti uma leve brisa no cabelo. Ouvi um assobio, um zumbido e depois nada. Fechei a janela. Voltei a deitar-me, mas algo estava diferente... Todos os meus nervos latejavam ao passo do bater do meu coração e senti-me estranhamente entusiasmado e feliz.
A tarde foi passada calmamente ao sol, longe das contas e rendibilidades da Contabilidade Financeira II...
Surge então, enquanto o sol raiava sob a sua cabeça uma pássaro que voava, lindo e esplendoroso. Era azul, tinha uma cauda comprida que brilhava ao sol, dando a ilusão de que deixava um rasto místico no céu enquanto passava...
Cocei o esquerdo. mas o lado direito não saiu prejudicado, já que eu não gosto de injustiças e deixemos muito claro que se o lado esquerdo tem benefício ou prejuízo, o direito também tem.
Fui ao médico. Ele fez-me umas análises, umas observações e tal e concluiu que eu tinha uma micose no escroto. A questão é "porquê???"...
O médico explicou-me que as micoses são altamente contagiosas, pelo que era provável que alguém ma tivesse pegado. Lembrei-me logo da D. Constança...
Boazona, gostosa... um amor de senhora. Tão boas as tartes de maçã que nas tardes de Verão me oferecia... enfim... mas não! A D. Constança não era a solução dos meus problemas...
A solução, encontrá-la-ia na Micaela Verónica...
To be continued...

sexta-feira, abril 29, 2005

Experiencia

experiencia, sao 9 e 15 da manha o tigas ta a ter contabilidade e eu tou paki...

quinta-feira, abril 28, 2005

Início

Bem, é o 1º post da história de um blog q espero q s torne bem sucedido. Uma coisita pa aliviar o stress académico e que em breve contará com participações especiais dos meus novos peeps.
Enjoy...

quinta-feira, março 03, 2005

Uma aventura na cantina da faculdade

Chovia torrencialmente quando o jovem Aníbal tomou uma decisão drástica da qual se iria arrepender para o resto da vida. Com as finanças em baixo e o almoço por comer, Aníbal optou pela cantina da faculdade. Tinha ouvido rumores de que aquele misterioso antro de podridão deveria ser evitado a todo o custo mas apesar disso o preço mágico da ementa teve um efeito avassalador na sua mente. "É só um euro e noventa", pensava ele enquanto descia a rua da faculdade.
Ao chegar à entrada de vidro, Aníbal pôde ver o que parecia ser um menu. Numa pequena folha de papél colada na porta e escrito a computador encontravam-se várias opções para o almoço. Após uma breve leitura, o jovem aluno sentiu-se mais confiante: "Não parece ser assim tão mau". Empurrando a porta de vidro, Aníbal aventurou-se no desconhecido.
Ao lado esquerdo da cantina, protegido por um vidro encontrava-se o que parecia ser uma espécie de recriação estupidificante de um ecossistema lembrando-nos constantemente que o edíficio de residência foi mal construído. Por entre as plantas de plástico, diversas resíduos encontram-se espalhados pela “terra”, como uma metáfora da cantina.
Aníbal aproximou-se da senhora da caixa registradora. Sendo a 12ª segunda mulher empregada para emitir senhas só durante aquela semana, é surpreendente que consiga levar a cabo uma função tão complexa e ainda falar a língua portuguesa (apesar de ter uma certa dificuldade). A pobre mulher olha para o nosso heroí fixamente, esperando qualquer coisa. Anibal começa a sentir-se incomodado: será que vai ter que pedir realmente a senha; não é bastante óbvio que o que ele deseja é almoçar; afinal, quantas possibilidades existem? Após alguns segundos de um silêncio ensurecedor, Aníbal encontra a solução: “Era uma, faz favor!”. A mulher carrega no único botão minimamente útil na caixa e emite a senha. Exibindo um ar triunfante enquanto a recebe, o jovem sente-se capaz de carregar o mundo ás costas. Numa atitude arrojada, Aníbal carrega no botão que emite senhas (as razões nunca chegaram a ser bem compreendidas e ainda hoje essa atitude continua um mistério para toda a gente). Alarmes soam. A mulher começa a gritar histéricamente. Todos olham. O jovem sente que todo o mundo decidiu realmente cair em cima de si.
Após cerca de um quarto de hora de explicações da mulher sobre porque tal acção nunca deveria ter ocorrido (na realidade nem a própria mulher sabia o que estava a dizer), finalmente Aníbal consegue aproximar-se do self-service, pegando num tabuleiro, em duas colheres minimamente secas, e num sacinho com talheres. Passando por dois pratos com mistelas de 20 dias protegidas por plásticos (vá-se lá saber porquê), Aníbal chega à secção das sopas.
Do outro lado do balcão encontrava-se outra mulher. Esta nobre membro da associação portuguesa do bigode vai servindo tijelas de sopa sempre com o polegar enfiado dentro da sopa (talvez para curar alguma ferida no dedo) e com um ar extremamente desgostoso. Retirando uma sopa do tabuleiro, Aníbal nota que esta parece-se muito com água suja aquecida. Sorrindo, afasta essa ídeia disparatada da cabeça e segue para a secção do prato principal.
Desta vez encontram-se duas mulheres do outro lado, ambas extremante peculiares. Aníbal dirige-se à primeira: “Eram os pastéis de bacalhau, faz favor.” A mulher, um tanto ou quanto gorda que nem um elefante grávido de 12 meses responde, enquanto sorri alegremente: “Já não há, mas se esperares um pouquinho vou fazer mais.” Sem deixar o jovem responder, a mulher pega na maior faca de serra que encontra, rodeia o balcão e sai da cantina, virando depois para a casa de banho. Aníbal tenta afastar visões horrendas que lhe surgem na mente e aproxima-se da segunda mulher. Esta fuinha de dentes amarelados constantemente tosse para o lado da forma mais nojenta possível enquanto serve cada prato. “Afinal o que há hoje?”, pergunta o aluno. “Hamburgueres e os pasteis que tã qase a sair. O qéqe vai ser?”. “Hamburgueres”, opta Aníbal sem pensar um segundo. Recebe o seu prato enquanto a mulher habilmente coça o nariz com o braço e dirige-se para as sobremesas.
Cubos tremeluzentes e tijelas de diversas cores parecem convidar toda a gente para um festival radioactivo enquanto que em baixo fruta apodrece. Receando brilhar no escuro caso consuma uma das sobremesas, Aníbal limita-se a pegar num copo e enchê-lo com leite, proveniente de um pacote semi-aberto. Bebericando um pouco, o jovem engasga-se com um pêlo que se encontrava dentro do pacote e, após recompôr-se, enche outro copo na máquina dos sumos. Volta a beber um pouco, mas desta vez de sumo de laranja, notando que essa bebida não passa de água com cinco minímas goticulas de laranja.
Preparando-se para levantar o tabuleiro, o jovem é abordado por um homem vestido de bata. “Senha, faz favor”. Aníbal não pode deixar de mostrar a sua surpresa por existir um emprego em que a pessoa só tem que repetir aquela frase todos os dias. Afinal, até um macaco perneta com o cio era bem capaz de desempenhar essa função sem cobrar nada.
Arranjando um lugar após entregar a sua senha, Aníbal começa a comer. Sobrevivendo à sopa, o aluno ataca o hamburguer com arroz ansiando por qualquer coisa que lhe retire aquele gosto horroroso da boca. Para sua surpresa, o hamburguer só foi cozinhado de um dos lados e o arroz nem isso. A fúria surge no seu rosto avermelhado. Isto não podia continuar assim! Aníbal tinha sido enganado! Levantando-se da mesa, o rapaz agora zangado pede o livro de reclamações à fuinha.
A mulher, genuinamente surpreendida com a exigência, ainda o tenta fazer desistir, sem qulaquer sucesso. Aníbal recebe o livro, volta-se a sentar na sua mesa e escreve a sua reclamação. Depois, começa a ler as anteriores reclamações. Embora os motivos sejam diferentes, Aníbal não pode deixar de notar que nenhum dos alunos queixosos voltou a aparecer na faculdade após o dia da data da reclamação. De facto, inteiras gerações de pessoas nunca mais vistas tinham sido queixosos da cantina da faculdade.
Intrigado, Aníbal devolve o livro à fuinha e pergunta o que é feito de toda essa gente. A mulher ri-se e chama-o para o outro lado do balcão, afirmando que é aí que se encontra a resposta. Aníbal, qual mosca atraída para estrume, segue a mulher para outa divisão.
Mal entra, Aníbal começa a gritar horrorizado! (o míudo é estupido, o que é que se à de fazer) Afiando duas facas um pequenino homem olha inerte para o pobre aluno. A fuinha imediatamente prende o rapaz e fala para o homem: “Seô Batalheiro, aqui tá o almoço damanhã. Faça 500 gramas fininhas sem gordura pa ver se dá pa toda a gente”. Agora sim , Aníbal tinha razões para gritar, apesar de por pouco tempo. Lá fora trovões bramiam no céu...
No dia seguinte, outro aluno da faculdade, armado com a sua malinha, ousou enfrentar a cantina: “Ai, meu Deus, que coisa mais hoooorosa!”. A próxima vítima tinha sido escolhida.

FIM

P.S.- Qualquer semelhança com a realidade é um puro acaso do destino. Todas as personagens são fícticias. Por favor, não me processem....