Todos fazemos escolhas. O problema foi sucintamente exposto no post anterior pelo que não me alargarei sobre o assunto. Prefiro concentrar-me no que vem antes da escolha - o raciocínio. É ele que, em última instância, determina o que faremos - a acção. Deste binómio raciocínio/acção descobrimos se o que fizemos foi "certo" ou "errado", se valeu a pena ou não.
Uns pensam mais, outros menos, mas todos medimos as possíveis consequências que advêm das nossas acções, das nossas escolhas, dos caminhos alternativos que escolhemos.
A questão (para mim) resume-se muitas vezes a tentar perceber quais as fronteiras do aceitável, o limite final até onde podemos ir. Algumas vezes bato contra o limite, mas até agora nunca o ultrapassei irremediavelmente; tive a sorte de me darem o desconto.
Uma pergunta tem ecoado na minha cabeça ultimamente: "O que é pior: fazermos asneira e arrependermo-nos, ou arrependermo-nos de não fazer nada?". Eu voto incondicionalmente na segunda; ideias são bem-vindas.
7 comentários:
voto mais na primeira.. pelo menos não deixei nada por fazer.. se foi mau posso remediar
Caros leitores, se tiverem lido este post há algum tempo é possível que encontrem agora uma pequena alteração. Eu também voto na segunda, por isso alterei. Sorry.
é PIOR a segunda..
a inês e o tiago estão-se a contradizer... nha nha nha nha nha nhaaaa :P
Mas se o raciocínio vem antes da acção, como dizes que é ele que avalia a acção?
A meu ver a pior é arrepender-me de não fazer nada, se bem que já fiz tanta coisa de que me aarrependo que não sei se não valia mais a pena não as ter feito.
se ha alguem que se esta a contradizer é o tigas!
Eu voto fazer!
Sim, o Tigas está-se a contradizer.. E o pior é que eu estava com ele na altura e lembro-me de ter dito que não estava haha.
De facto, parece ser muito fácil dizer que se vota na primeira, mas penso ser bastante difícil concretizar tal preferência na realidade. Até porque, maria madalena, nem sempre o é fácil (ou possível) remediar. Não concordas?
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