Como uma ferida que não vemos
sentimos o sangue que não escorre
choramos o que não temos
sofremos o que vivemos
pensamos no que foi
sonhamos o que podia ter sido
(se tivermos sorte)
uma coisa mantém-se:
as lágrimas não correm
e choramos sem lacrimejar
sofremos sem chorar
No fim levantamo-nos
olhamos ao espelho
e não vemos a tristeza;
ela está lá
mas não a vemos
tal como não choramos
as lágrimas que não correm
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3 comentários:
Estava no google, a pesquisar algo banal e venho dar a este blog a pensar k era outra coisa. Entro no blog e penso para cmg...enganei-me...
Mas o k é esta merda? pergunto eu
Lisboa e os amigos? mas ta ali um tigas e começo a ler uns textos e vejo k conheço estas cenas de algum lado.
Esclareçam me la, a ver se eu não estou mesmo enagando...
Este Tigas é o Tigas da Amadora, filho do sô Jorge, talhante nas suas raizes e que mandou com uma folha à tromba duma prof de Portugues?
Se for ele, desde já aki fica um abraço
Se não for olha, caguem la nisso, enganei me...pela 2ª vez
Acertaste! É esse mesmo.. romântico nas horas vagas!
Há coisas que não me escapam...acertei mm em cheio! Bom n era assim tao dificil, dado que Tigas poeta carniceiro so existe um...
Um abraço a Vxas Excelencias e outro pro Titi..., sou capaz de cá passar pra ver o k se escreve
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