Somos drogados!
Mas não faz mal,
A culpa não é nossa...
Por muitos somos invejados!
E de entre esses, há um tal
Com uma peida maior que a vossa!
É que, sabe minha senhora,
Nós não estamos aqui por crer.
Apenas viemos cá ver se você a estava a bater.
E se estava, quanto tempo demora.
É que tinham-nos dito, (há já uns dias),
Que aqui é que isto rende...
E viemos então verificar
Se conseguíamos umas tias apanhar,
A quem pudéssemos roubar,
Para o vício sustentar,
E assim continuar a mandar pá veia!!!
A culpa é sua, minha senhora...
Se não acredita,
Então leia aquele jornal que lhe fez jeito da outra vez...
Aquele que espalhou na areia,
Enquanto lhe arreganhavam a meia,
E se vinham uma e outra vez...
É que eu posso ser drogado,
E ter um gang cos meus amigos,
Mas ó menos não dou altos berros
Enquanto sou enrabado por três mendigos...
Sou drogado com muito orgulho,
E só o sou, porque o quero ser!!!
Enquanto você mama o caralho,
Ali encostada ao muro,
Onde qualquer um pode ver...
Olha, olha,
Olha para ela a refilar...
A dizer que estamos a fazer barulho...
Quando ainda ontem queria fumar a minha wella,
E para não variar lá estava ela,
Naquela posição que tão bem a caracteriza
E que até já a simboliza!!!
E que até já tem nomes próprios!!!
O “espaldamento da perna aberta”
É sem dúvida um dos melhores.
E até você, D. Alberta, deve com certeza concordar.
Que não há ninguém neste bairro
com a sua capacidade de o mamar!!!
É que, convenhamos,
Você é uma puta enormíssima!!!
E vistas bem as coisas,
Nem mesmo a “Zeca’s Park” a consegue igualar…
Eu tenho a fama de ser drogado.
E sou-o com certeza,
não o escondo a ninguém...
Mas você é uma beleza
Ainda está para vir o dia em que a veremos recusar
5, 10, ou mesmo 15 € e a oportunidade de o mamar...
Mas você não tem vergonha mulher?
Será que não tem decência nenhuma?
É que nem aquele gajo do clister escapou sem lhe dar uma!
A senhora não dá hipótese.
Apanha-os a todos um por um
Mas se forem 2 ou 3, também não tem problema nenhum…
É que já nem mete graça gozar com a sua cara.
E aqui no meio da praça gozar na sua cara é tão habitual
Que essa esguichadela branca e leitosa já se tornou um ritual!
D. Alberta, D. Alberta…
O que é que você foi arranjar?
A senhora está tão aberta,
Que quando apanha a rua deserta,
Salta logo para a fonte para se lavar…
Mas como não podia deixar de ser,
Lá vem mais um a passar
E você não perde, jamais, a oportunidade de o mamar...
Alberta dos Santos Ricardina...
Nunca conhecia ninguém assim!
É que nem 376533981 doses de Mebocaína
Me fariam aproximar de si!
Sim,
Porque eu sou drogado em químicos, fármacos,
Líquidos e afins...
Mas nessa cona bexigosa
Essa cona toda sidosa
Até os caralhos se arrependem de alguma vez terem enterrado!
E eu cá não vou nessas merdas
Que sou um rapaz muito ajuizado!!!
Sim...
Porque eu roubo, assalto, trafico e estropio,
Mas você, minha senhora, é capaz de o mamar dias a fio!!!
E nem mesmo o Manel Colher,
Que faz anos que não tem mulher,
É capaz de se aproximar de si
Depois de eu ter contado o que vi...
Francamente D. Alberta...
Eu nunca na vida pensei que um pernil abrisse assim!!!
Quando aquilo presenciei
Até tive pena de si!!!
De si, de mim, e especialmente daqueles coitados,
Que estavam tão necessitados
Que acederem em comer-lhe o pipi.
É que não há ninguém no mundo
Que justifique, explique ou entenda,
Como é que a sua cona se tornou do tamanho duma vivenda.
Sim.
Porque de vivenda só mesmo do tamanho.
Visto que as condições ficam algo aquém do esperado
Quando algo tão grandioso e observado.
Grandioso no tamanho,
Entenda-se!
Reforço aqui essa ideia.
LoOlOloLoOl
Quando lhe perguntam o que é que aconteceu,
Ela responde “Afundei-a...”!!!
Afundou-a?!?!?!
Você não é boa da pinha!!!
Por amor de JC e de todos os santos
Chegue 1º a sua morte do que a minha!!!
Sim, porque eu ainda gostava de ver este bairro livre da puta Que há em si.
Você cheirou-me a brochelix desde o 1º dia em que a vi...
E por favor, minha senhora...
Por favor limpe-me esse cú...!
Você infernizava a vida até ao próprio Belzebu!!!
Aliás,
Nem ele nem Cristo conseguem entender.
Qual foi a força do universo capaz de a conceber…
À primeira vista seria o cornudo.
O portador de todo o mal...
Mas quando comparado consigo
Ele é tão bondoso como o Pai Natal.
O que nos deixa com JC.
Esse nosso grande Senhor!!!
Mas esse nega qualquer envolvimento.
E apenas afirma com dor:
“É verdade que já me enterrei...
Que fiz umas merdas, tipo o Bush e assim...
Mas conceber tal criatura
Está fora do alcance até para mim...!!!”
E pronto Alberta,
O mistério paira no ar...
E enquanto a gente se questiona,
Você aproveita para o mamar...
Por isso D. Alberta, não questione os meus vícios,
Eu posso ser drogado,
Mas não tenho fungos nesses sítios!!!
É que fdx Alberta,
Você é a maior puta da vida!
Nem mesmo a Pamela Anderson está assim tão fodida...
E assim eu xuto a minha droga
E você vá lá à sua vidinha...
Porque não há mundo história mais bonita que a minha.
Sim,
Porque no meio dos broches e da vacaria,
No meio da nojeira e da porcaria,Ser drogado com certeza, que até você queria...
Mas não faz mal,
A culpa não é nossa...
Por muitos somos invejados!
E de entre esses, há um tal
Com uma peida maior que a vossa!
É que, sabe minha senhora,
Nós não estamos aqui por crer.
Apenas viemos cá ver se você a estava a bater.
E se estava, quanto tempo demora.
É que tinham-nos dito, (há já uns dias),
Que aqui é que isto rende...
E viemos então verificar
Se conseguíamos umas tias apanhar,
A quem pudéssemos roubar,
Para o vício sustentar,
E assim continuar a mandar pá veia!!!
A culpa é sua, minha senhora...
Se não acredita,
Então leia aquele jornal que lhe fez jeito da outra vez...
Aquele que espalhou na areia,
Enquanto lhe arreganhavam a meia,
E se vinham uma e outra vez...
É que eu posso ser drogado,
E ter um gang cos meus amigos,
Mas ó menos não dou altos berros
Enquanto sou enrabado por três mendigos...
Sou drogado com muito orgulho,
E só o sou, porque o quero ser!!!
Enquanto você mama o caralho,
Ali encostada ao muro,
Onde qualquer um pode ver...
Olha, olha,
Olha para ela a refilar...
A dizer que estamos a fazer barulho...
Quando ainda ontem queria fumar a minha wella,
E para não variar lá estava ela,
Naquela posição que tão bem a caracteriza
E que até já a simboliza!!!
E que até já tem nomes próprios!!!
O “espaldamento da perna aberta”
É sem dúvida um dos melhores.
E até você, D. Alberta, deve com certeza concordar.
Que não há ninguém neste bairro
com a sua capacidade de o mamar!!!
É que, convenhamos,
Você é uma puta enormíssima!!!
E vistas bem as coisas,
Nem mesmo a “Zeca’s Park” a consegue igualar…
Eu tenho a fama de ser drogado.
E sou-o com certeza,
não o escondo a ninguém...
Mas você é uma beleza
Ainda está para vir o dia em que a veremos recusar
5, 10, ou mesmo 15 € e a oportunidade de o mamar...
Mas você não tem vergonha mulher?
Será que não tem decência nenhuma?
É que nem aquele gajo do clister escapou sem lhe dar uma!
A senhora não dá hipótese.
Apanha-os a todos um por um
Mas se forem 2 ou 3, também não tem problema nenhum…
É que já nem mete graça gozar com a sua cara.
E aqui no meio da praça gozar na sua cara é tão habitual
Que essa esguichadela branca e leitosa já se tornou um ritual!
D. Alberta, D. Alberta…
O que é que você foi arranjar?
A senhora está tão aberta,
Que quando apanha a rua deserta,
Salta logo para a fonte para se lavar…
Mas como não podia deixar de ser,
Lá vem mais um a passar
E você não perde, jamais, a oportunidade de o mamar...
Alberta dos Santos Ricardina...
Nunca conhecia ninguém assim!
É que nem 376533981 doses de Mebocaína
Me fariam aproximar de si!
Sim,
Porque eu sou drogado em químicos, fármacos,
Líquidos e afins...
Mas nessa cona bexigosa
Essa cona toda sidosa
Até os caralhos se arrependem de alguma vez terem enterrado!
E eu cá não vou nessas merdas
Que sou um rapaz muito ajuizado!!!
Sim...
Porque eu roubo, assalto, trafico e estropio,
Mas você, minha senhora, é capaz de o mamar dias a fio!!!
E nem mesmo o Manel Colher,
Que faz anos que não tem mulher,
É capaz de se aproximar de si
Depois de eu ter contado o que vi...
Francamente D. Alberta...
Eu nunca na vida pensei que um pernil abrisse assim!!!
Quando aquilo presenciei
Até tive pena de si!!!
De si, de mim, e especialmente daqueles coitados,
Que estavam tão necessitados
Que acederem em comer-lhe o pipi.
É que não há ninguém no mundo
Que justifique, explique ou entenda,
Como é que a sua cona se tornou do tamanho duma vivenda.
Sim.
Porque de vivenda só mesmo do tamanho.
Visto que as condições ficam algo aquém do esperado
Quando algo tão grandioso e observado.
Grandioso no tamanho,
Entenda-se!
Reforço aqui essa ideia.
LoOlOloLoOl
Quando lhe perguntam o que é que aconteceu,
Ela responde “Afundei-a...”!!!
Afundou-a?!?!?!
Você não é boa da pinha!!!
Por amor de JC e de todos os santos
Chegue 1º a sua morte do que a minha!!!
Sim, porque eu ainda gostava de ver este bairro livre da puta Que há em si.
Você cheirou-me a brochelix desde o 1º dia em que a vi...
E por favor, minha senhora...
Por favor limpe-me esse cú...!
Você infernizava a vida até ao próprio Belzebu!!!
Aliás,
Nem ele nem Cristo conseguem entender.
Qual foi a força do universo capaz de a conceber…
À primeira vista seria o cornudo.
O portador de todo o mal...
Mas quando comparado consigo
Ele é tão bondoso como o Pai Natal.
O que nos deixa com JC.
Esse nosso grande Senhor!!!
Mas esse nega qualquer envolvimento.
E apenas afirma com dor:
“É verdade que já me enterrei...
Que fiz umas merdas, tipo o Bush e assim...
Mas conceber tal criatura
Está fora do alcance até para mim...!!!”
E pronto Alberta,
O mistério paira no ar...
E enquanto a gente se questiona,
Você aproveita para o mamar...
Por isso D. Alberta, não questione os meus vícios,
Eu posso ser drogado,
Mas não tenho fungos nesses sítios!!!
É que fdx Alberta,
Você é a maior puta da vida!
Nem mesmo a Pamela Anderson está assim tão fodida...
E assim eu xuto a minha droga
E você vá lá à sua vidinha...
Porque não há mundo história mais bonita que a minha.
Sim,
Porque no meio dos broches e da vacaria,
No meio da nojeira e da porcaria,Ser drogado com certeza, que até você queria...
Pois é... quem diria que durante a preparação para um teste sobre Fernando Pessoa, me poderia dar uma tal inspiração que só parasse de escrever mais de uma hora depois sendo este o resultado?
ResponderEliminarDepois disto passei a ter muito mais respeito pela espontaneidade, que era muitas vezes apanágio do Fernandinho e que sem dúvida contribuíram para moldar o génio que ele foi e ainda é. Sim, porque ele não morreu, continua vivo, sendo agora professor de Introdução ao Desenvolvimento Económico e Social na Escola Secundária da Amadora, tendo como actividade de tempos livres longos passeios pelo parque com o seu neto chamado Baby.
ó mestre dos mestres! tu és o máiór.. está e um bocado comprido.. mas eu na escola tb estudei um compridão do fernandinho.. por isso..
ResponderEliminar.
ResponderEliminar..
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(estou entre o espanto e o nojo... não sei qual deles escolher!)
P.S. - A isto é que se chama um regresso em grande hein???